
Como é que os terpenos são produzidos e extraído? A resposta completa começa no próprio interior da planta. As plantas produzem moléculas de terpenos através de vias bioquímicas especializadas, após o que os fabricantes podem recuperar, separar, purificar ou recriar esses compostos aromáticos utilizando processos que incluem a destilação a vapor, a hidrodestilação, a prensagem a frio, a extração com CO₂ supercrítico, a destilação sob vácuo e a separação fraccionada.
Existe, portanto, uma diferença importante entre produzir um terpeno e extraí-lo. Uma planta viva produz terpenos através de uma biossíntese controlada por enzimas. A extração remove os compostos aromáticos existentes do material botânico. O isolamento separa moléculas individuais de um extrato complexo, enquanto a biotecnologia moderna também consegue produzir terpenos específicos utilizando microrganismos geneticamente modificados.
Esta distinção torna-se particularmente útil quando se comparam terpenos botânicos com terpenos derivados da canábis. Um perfil de terpenos botânicos pode ser construído a partir de moléculas naturais purificadas, obtidas de citrinos, ervas, flores, especiarias ou outras plantas. Os terpenos derivados da canábis, normalmente abreviados como CDTs, são recolhidos diretamente do material vegetal da canábis e podem reter um conjunto mais natural de compostos voláteis da canábis que ocorrem em conjunto.
Este guia explica como as plantas produzem terpenos, como os terpenos botânicos são extraídos, como são produzidos os terpenos derivados da canábis, em que consistem, na prática, a destilação a vapor e a extração com CO₂, como são purificados os isolados de terpenos individuais, como são reconstruídos os perfis inspirados nas variedades e como a fermentação moderna está a transformar a produção de terpenos.
As plantas produzem terpenos biologicamente a partir dos precursores de cinco átomos de carbono IPP e DMAPP, utilizando as vias metabólicas MVA e MEP. As enzimas denominadas terpeno-sintases convertem, em seguida, moléculas precursoras maiores, como o GPP e o FPP, em estruturas específicas de terpenos. A nível comercial, esses compostos voláteis podem ser recuperados a partir de material vegetal através de métodos que incluem a destilação a vapor, a hidrodestilação, a prensagem a frio, a extração com CO₂ e outros processos de separação controlados. Os terpenos individuais podem, em seguida, ser purificados através de destilação fraccionada, processamento a vácuo ou cromatografia e misturados para formar perfis botânicos de terpenos definidos.
Os terpenos constituem uma vasta família de compostos orgânicos de origem natural presentes em todo o mundo vivo, especialmente nas plantas.
Muitos dos terpenos mais conhecidos pelos consumidores são compostos voláteis responsáveis pelos aromas botânicos característicos.
O limoneno contribui significativamente para o aroma da casca dos citrinos. O alfa-pineno e o beta-pineno conferem notas de pinheiro e resina. O mirceno está presente em plantas como o lúpulo, a erva-cidreira e a cannabis. O beta-cariofileno está presente na pimenta preta, no cravo-da-índia, no lúpulo e na cannabis.
As plantas utilizam a química dos terpenos para muito mais do que apenas produzir aromas de que os seres humanos por acaso gostam.
Os terpenos e compostos relacionados podem participar em:
A família dos terpenos é quimicamente vastíssima e vai muito além dos compostos voláteis habitualmente mencionados nos produtos aromáticos.
Os termos «terpeno» e «terpenóide» são frequentemente utilizados de forma quase intercambiável em discussões sobre aromas no âmbito comercial, mas existe uma distinção química entre ambos.
Em sentido estrito, os terpenos são hidrocarbonetos compostos exclusivamente por carbono e hidrogénio.
O limoneno, o mirceno, o alfa-pineno e o beta-cariofileno são alguns exemplos.
Os terpenóides são moléculas relacionadas que contêm grupos funcionais adicionais, muitas vezes envolvendo oxigénio.
O linalol, por exemplo, contém um álcool grupo e é, tecnicamente, um terpenóide oxigenado, em vez de um terpeno de hidrocarboneto puro.
Nas indústrias dos aromas, das fragrâncias e da canábis, no entanto, o termo «terpenos» é frequentemente utilizado como um termo genérico prático que abrange tanto os hidrocarbonetos como os compostos aromáticos oxigenados relacionados com os terpenos.
Este artigo segue essa prática comercial comum, ao mesmo tempo que distingue os aspetos químicos sempre que tal é relevante.
As plantas produzem terpenos através de vias biossintéticas controladas por enzimas.
É comum ler que os terpenos são formados simplesmente pela união de unidades da molécula de isopreno. A regra tradicional do isopreno é útil para compreender os esqueletos de carbono dos terpenos, mas o processo biológico é mais sofisticado.
As células vegetais vivas produzem os compostos terpenos principalmente a partir de dois precursores ativados de cinco átomos de carbono:
Estes compostos são depois reunidos em moléculas precursoras de maior dimensão, que enzimas especializadas podem transformar em estruturas terpeno individuais.
As plantas dispõem de duas vias metabólicas principais para a produção dos compostos fundamentais IPP e DMAPP.
As duas principais vias metabólicas das plantas que contribuem para a biossíntese dos terpenos.
| Percurso | Nome completo | Localização principal da rede móvel | Produtos comuns à base de terpenos |
|---|---|---|---|
| Via MVA | Via do mevalonato | Principalmente no citosol | Fonte importante de precursores de sesquiterpenos e outros isoprenóides de maior tamanho |
| Percurso do MEP | Via do 2-C-metil-D-eritritol-4-fosfato | Principalmente plastídios | Fonte importante de precursores de monoterpenos, diterpenos e compostos relacionados |
As vias estão compartimentadas, mas o metabolismo das plantas não está completamente isolado em compartimentos separados. Pode ocorrer movimento e comunicação metabólica entre os compartimentos.
Isto contribui para a enorme diversidade estrutural que se observa nos terpenos e terpenóides vegetais.
O IPP e o DMAPP são incorporados em precursores de prenil difosfato de maior dimensão.
Três exemplos particularmente importantes são:
As enzimas terpeno-sintases transformam, em seguida, estas moléculas precursoras numa variedade extraordinária de estruturas.
Diferenças relativamente pequenas na estrutura das enzimas podem resultar em moléculas finais muito diferentes.
Uma das formas mais simples de classificar os terpenos é pelo número de unidades de cinco átomos de carbono presentes no seu esqueleto de carbono.
Principais classes de terpenos e exemplos comuns.
| Classe de terpenos | Cálculo das emissões de carbono | Unidades tradicionais de isopreno | Exemplos |
|---|---|---|---|
| Hemiterpenos | C5 | 1 | Isopreno |
| Monoterpenos | C10 | 2 | Limoneno, mirceno, alfa-pineno |
| Sesquiterpenos | C15 | 3 | Beta-cariofileno, humuleno |
| Diterpenos | C20 | 4 | Fitol e numerosos diterpenos vegetais |
| Triterpenos | C30 | 6 | Esqualeno e compostos relacionados |
| Tetraterpenos | C40 | 8 | Estruturas relacionadas com os carotenóides |
As pequenas moléculas voláteis mais frequentemente encontradas nos perfis de terpenos comerciais são, predominantemente, monoterpenos, sesquiterpenos e derivados oxigenados dessas classes.
As terpeno-sintases são enzimas que convertem moléculas precursoras de terpenos em estruturas moleculares específicas.
Essa é uma das principais razões pelas quais duas variedades de plantas podem apresentar perfis aromáticos completamente diferentes, apesar de partilharem componentes metabólicos, em termos gerais, semelhantes.
Uma terpeno-sintase consegue dobrar e reorganizar um precursor, transformando-o num esqueleto molecular específico, produzindo, por vezes, mais do que um composto relacionado.
Outras enzimas podem, em seguida, modificar esse esqueleto através de reações como a oxidação, a hidroxilação ou a redução.
O resultado é uma enorme coleção de terpenos e terpenóides de origem natural.
A resposta depende da espécie vegetal.
Muitas plantas aromáticas utilizam estruturas secretoras especializadas para produzir e armazenar compostos voláteis.
Entre estes podem incluir-se:
A lavanda, a hortelã, os citrinos, as coníferas e a canábis armazenam os seus compostos aromáticos de forma diferente.
Esta diversidade estrutural também influencia a facilidade com que os seus compostos voláteis podem ser recuperados comercialmente.
Na cannabis, os tricomas glandulares são particularmente importantes.
Estas estruturas microscópicas produtoras de resina são abundantes nas flores femininas e contêm células secretoras especializadas, capazes de produzir e acumular grandes quantidades de metabolitos vegetais.
A cavidade de armazenamento extracelular no interior da cabeça do tricoma contém uma resina complexa que inclui canabinóides, terpenos e outros compostos.
Os genes da terpeno-sintase da canábis foram caracterizados para moléculas que incluem:
As proporções obtidas variam consoante a genética, o fenótipo, a maturidade e as condições ambientais.
A genética desempenha um papel fundamental, uma vez que diferentes plantas expressam diferentes enzimas terpeno-sintases e regulam essas enzimas de forma diferente.
Os fatores ambientais e de cultivo também podem influenciar o perfil final de compostos voláteis.
As variáveis podem incluir:
É por isso que mesmo as plantas geneticamente relacionadas não produzem necessariamente perfis aromáticos idênticos.
Depois de os terpenos terem sido produzidos biologicamente pela planta, podem ser separados do material botânico.
Não existe um único método universal de extração de terpenos.
O processo adequado depende de:
Principais métodos utilizados para recuperar ou refinar materiais botânicos ricos em terpenos.
| Método | Utilização comum | Principal vantagem | Principal limitação |
|---|---|---|---|
| Destilação a vapor | Óleos essenciais e compostos botânicos voláteis | Processo estabelecido sem utilização de solventes orgânicos persistentes na extração | A exposição ao calor e à água pode alterar alguns compostos sensíveis |
| Hidrodestilação | Extração de óleos essenciais em laboratório e por métodos tradicionais | Simples e de ampla aplicação | O material vegetal fica em contacto com água a ferver durante longos períodos |
| Prensagem a frio | Especialmente os óleos de casca de citrinos | Exposição térmica deliberada mínima | Aplicável principalmente a tecidos vegetais ricos em óleo adequados |
| Extração com CO₂ supercrítico | Extratos botânicos e de canábis | A seletividade do processo pode ser ajustada através de pressão e temperatura | Requer equipamento especializado de alta pressão |
| Processamento com CO₂ subcrítico | Extração seletiva das frações mais voláteis | Pode proporcionar condições mais suaves para alvos selecionados | Processamento mais lento e rendimento global potencialmente mais baixo |
| Extração com solventes orgânicos | Extratos botânicos mais amplos e oleorresinas | Permite recuperar compostos que são difíceis de obter apenas com vapor | Pode ser necessário proceder à remoção de solventes residuais e à realização de ensaios |
| Destilação a vácuo | Refinamento e separação de materiais voláteis | A pressão reduzida diminui as temperaturas de ebulição necessárias | Trata-se, acima de tudo, de uma ferramenta de purificação e separação, e não de um método universal de extração primária |
| Destilação fracionada | Purificação de frações individuais de terpenos | Separa os compostos de acordo com a volatilidade | Os compostos intimamente relacionados podem exigir equipamento sofisticado para se obter uma elevada pureza |
A destilação a vapor é um dos métodos mais antigos e importantes utilizados na produção de óleos essenciais e frações botânicas ricas em terpenos.
O vapor passa através do material vegetal aromático e retira os compostos voláteis da matriz botânica.
O vapor misto entra então num condensador, onde arrefece e volta a transformar-se em líquido.
Uma vez que muitos componentes dos óleos essenciais são pouco solúveis em água, a fase oleosa aromática pode, posteriormente, separar-se da fase aquosa.
A água aromática que fica após a destilação é comummente designada por hidrossol.
Este é um aspeto importante da química física.
A destilação a vapor não exige que cada terpeno seja aquecido individualmente até ao seu ponto de ebulição à pressão atmosférica normal.
Quando a água e um composto orgânico volátil, em grande parte imiscível, são aquecidos em conjunto, ambos contribuem para a pressão de vapor total.
A mistura pode, portanto, ser co-destilada em condições inferiores ao ponto de ebulição normal do terpeno isolado.
É por isso que um composto como o beta-cariofileno pode ser obtido através da destilação a vapor, apesar de o seu ponto de ebulição normal à pressão atmosférica ser muito superior à temperatura da água a ferver.
Para mais pormenores, leia o nosso guia para temperaturas de evaporação, ebulição e degradação dos terpenos.
A hidrodestilação está intimamente relacionada com a destilação a vapor, mas o material botânico é imerso diretamente em água.
A mistura é aquecida, os compostos voláteis são arrastados para a fase de vapor juntamente com a água e o vapor resultante é posteriormente condensado.
A hidrodestilação continua a ser amplamente utilizada em laboratórios e na produção tradicional de óleos essenciais, uma vez que o equipamento necessário pode ser relativamente simples.
No entanto, o contacto prolongado com água quente pode alterar o perfil químico através de processos que incluem a hidrólise e a transformação térmica.
O perfil extraído não é, portanto, sempre uma réplica química exata do perfil presente na planta fresca.
Embora as duas técnicas sejam frequentemente agrupadas, o material botânico é submetido a condições diferentes.
Na destilação a vapor, o vapor passa através da biomassa botânica sem que o material tenha necessariamente de estar submerso em água a ferver.
Na hidrodestilação, o material vegetal é imerso diretamente.
Essa diferença pode afetar o tempo de extração, a hidrólise e a abundância relativa de monoterpenos e sesquiterpenos no óleo recuperado.
O método de extração faz, portanto, parte do perfil químico final do produto, não sendo apenas um pormenor do processo de fabrico.
Os citrinos são uma das fontes mais importantes de terpenos botânicos naturais, em particular o limoneno.
Ao contrário de muitas ervas e flores, a casca dos citrinos contém glândulas oleosas abundantes que podem ser rompidas mecanicamente.
Isto torna a prensagem a frio ou a extração por prensagem um método importante para a obtenção de óleo essencial de citrinos.
A casca é processada mecanicamente de forma a libertar óleo, após o que a fração que contém óleo pode ser separada da água e dos sólidos vegetais.
O óleo cítrico assim obtido pode, em seguida, ser submetido a um processo de purificação adicional e a destilação fracionada para isolar componentes individuais.
Esta é uma das vias pelas quais o limoneno de origem natural entra na cadeia de abastecimento global de aromas, fragrâncias e terpenos.
A prensagem a frio deve ser entendida mais como uma extração mecânica do que como uma extração convencional com solventes.
É especialmente adequado para material botânico que contenha glândulas oleosas acessíveis, nomeadamente a casca de citrinos.
Uma vez que o processo não requer um tratamento prolongado com vapor, permite preservar um perfil de compostos voláteis diferente do da versão destilada da mesma planta.
O óleo cítrico prensado a frio e o óleo cítrico destilado não são, portanto, necessariamente idênticos do ponto de vista químico.
O dióxido de carbono pode comportar-se como um fluido supercrítico quando se mantém acima da sua temperatura e pressão críticas.
Neste estado, o CO₂ apresenta características tanto dos gases como dos líquidos e pode penetrar no material botânico, dissolvendo simultaneamente determinados compostos não polares.
A variação da pressão e da temperatura altera a densidade e o comportamento do CO₂ como solvente, permitindo aos engenheiros de processo ajustar o que é extraído de forma preferencial.
Após a extração, a redução da pressão faz com que o CO₂ se separe do material recuperado.
Esta é uma das razões pelas quais o CO₂ se tornou importante na extração botânica.
No entanto, é incorreto partir do princípio de que todo o extrato de CO₂ é, automaticamente, um extrato puro de terpenos.
Dependendo das condições de processamento, o CO₂ pode recuperar canabinóides, ceras, lípidos e outros compostos, a par dos terpenos voláteis.
Os termos «supercrítico» e «subcrítico» descrevem diferentes condições físicas do dióxido de carbono.
O CO₂ supercrítico possui propriedades solventes potentes e ajustáveis, podendo ser utilizado para uma extração mais abrangente.
O processamento com CO₂ subcrítico utiliza condições de temperatura e pressão diferentes e pode oferecer maior seletividade em relação às frações mais voláteis em algumas aplicações.
Nenhuma das duas é universalmente superior.
A abordagem a adotar depende do facto de o alvo ser um extrato geral, uma fração rica em compostos voláteis ou outra composição definida.
Não de forma geral.
Ambos os métodos podem revelar-se excelentes quando adequadamente adaptados à matéria-prima e ao resultado pretendido.
A destilação a vapor é um método comprovado, escalável e amplamente consolidado na indústria dos óleos essenciais.
A extração com CO₂ permite um controlo muito maior da densidade do solvente e permite recuperar compostos que a destilação a vapor convencional pode não conseguir capturar de forma eficiente.
No entanto, o resultado é quimicamente diferente.
Um extrato botânico obtido por CO₂ pode incluir uma gama mais ampla de componentes não voláteis, enquanto um óleo essencial tradicional consiste principalmente na fração capaz de ser co-destilada com vapor.
A pergunta correta não é, portanto, simplesmente “Qual é o melhor método?”, mas sim “Qual é o método que produz a composição pretendida?”
Os solventes orgânicos podem dissolver compostos aromáticos presentes na matéria vegetal.
Os diferentes solventes apresentam seletividades químicas distintas, o que significa que o material extraído pode conter muito mais do que apenas terpenos.
Os processos à base de solventes permitem recuperar:
Após a extração, o solvente deve ser removido e, quando for o caso, a concentração residual de solvente deve ser verificada por análise.
A extração por solvente é, portanto, uma técnica de extração e não uma garantia da pureza dos terpenos.
O etanol é amplamente utilizado no processamento de plantas e canabinóides, uma vez que consegue dissolver uma vasta gama de constituintes vegetais.
Esta amplitude é também a razão pela qual o etanol não é necessariamente o processo ideal quando o único objetivo é obter uma fração de terpenos voláteis altamente seletiva.
Um extrato de etanol pode conter inúmeros compostos para além dos terpenos e, normalmente, requer um processo adicional de refinação a jusante.
A extração com etanol não deve, portanto, ser confundida com a produção de um frasco de isolados de terpenos purificados.
A redução da pressão diminui a temperatura necessária para que um composto volátil entre em ebulição.
Este princípio físico permite que os processos assistidos por vácuo separem compostos voláteis em condições térmicas mais suaves do que as que seriam necessárias à pressão atmosférica.
O vácuo pode ser integrado em vários sistemas diferentes, incluindo:
The phrase vacuum extracted terpenes therefore does not describe one single manufacturing process.
Fractional distillation separates components according to differences in volatility.
A complex botanical essential oil may contain dozens of compounds with overlapping but different vapour-pressure behaviour.
Controlled distillation allows fractions enriched in particular molecules to be collected separately.
This technique is important in the production of naturally derived terpene isolates.
For example, a botanical essential oil can be distilled and refined to produce a limonene-rich or pinene-rich fraction, which can then be purified further.
Molecular distillation is a specialised form of short-path distillation performed under very low pressure.
The reduced pressure allows compounds to evaporate at much lower temperatures than their normal atmospheric boiling points.
The vapour travels only a short distance before condensation, which reduces residence time under heat.
Molecular and short-path techniques are particularly useful for heat-sensitive materials and high-purity fractionation, although they should be understood as refinement tools rather than a synonym for all terpene extraction.
Sim.
Where high purity or separation between closely related compounds is required, chromatographic techniques can supplement distillation.
Chromatography separates molecules according to how differently they interact with a stationary phase and a moving phase.
Analytical gas chromatography is also central to identifying and measuring terpene composition.
Preparative chromatography is more specialised and can be used where simple distillation cannot achieve the required separation efficiently.
When people ask how botanical terpenes are made, they are normally referring to a supply chain involving several stages.
First, an aromatic botanical source is cultivated and harvested.
The volatile oil is then recovered through an appropriate process such as steam distillation, cold pressing or another botanical extraction technique.
The resulting oil can then be:
Those purified natural molecules can subsequently be recombined in carefully controlled ratios to create botanical terpene profiles.
Different plant species are commercially attractive because they naturally produce particular compounds at useful concentrations.
Os exemplos incluem:
The exact commercial source can vary according to geography, crop availability, price, purity and desired stereochemistry.
Cannabis-derived terpenes, or CDTs, are aromatic fractions obtained directly from cannabis plant material rather than reconstructed using terpenes isolated from other botanical species.
Commercial producers can use several professional recovery technologies depending on the target profile and legal jurisdiction.
These may include controlled steam or vacuum distillation systems and specialised extraction and volatile-recovery processes.
The objective is typically to capture as much of the source plant’s original volatile fingerprint as practical while limiting unnecessary thermal and oxidative change.
The resulting material can then be refined, analysed and standardised before formulation.
You can explore Canavape’s perfis de terpenos derivados da canábis alongside our broader coleção de terpenos.
Not necessarily, but the answer should come from analytical testing rather than assumption.
Terpenes and cannabinoids are different chemical families.
A selective volatile-recovery process may produce a terpene-rich fraction containing little or no measurable cannabinoid material.
A broader extract may contain both.
This is why the phrase cannabis-derived terpene does not, by itself, provide a complete compositional specification.
Where controlled-cannabinoid content matters, a batch-specific analytical report is more useful than the marketing category.
The term live terpenes is commonly used for aromatic fractions intended to represent the volatile character of freshly harvested plant material.
The exact manufacturing method varies between producers, so the term is not one universally standardised chemical specification.
Fresh or rapidly preserved biomass can retain volatile compounds that may otherwise be reduced or transformed during conventional drying and storage.
This is why a fresh-material terpene profile can differ noticeably from a cured-material profile even when both came from the same genetics.
Drying is itself a chemical and physical process.
As plant material dries:
An extract from freshly preserved biomass can therefore have a different aromatic fingerprint from an extract produced after prolonged drying or curing.
Neither is automatically better. They represent different chemical starting materials.
A natural essential oil is usually a mixture rather than one molecule.
Orange peel oil, for example, may be rich in limonene but is not chemically pure limonene.
Producing a high-purity natural terpene isolate can involve several purification stages.
Entre estes podem incluir-se:
The final isolate can then be analysed to confirm identity, purity and stereochemical composition.
This is where botanical terpene chemistry becomes particularly interesting.
A laboratory can analyse a target cannabis aroma profile using gas chromatography and identify its major and minor volatile compounds.
Naturally derived terpene isolates from other botanical sources can then be blended in controlled ratios to recreate aspects of that composition.
This is how many strain-inspired botanical terpene profiles are produced.
The manufacturer is not extracting that blend from the named cannabis cultivar. Instead, it is reconstructing an aromatic profile from individually sourced botanical ingredients.
Sim.
The molecular identity of limonene does not depend on whether the molecule originally came from citrus or cannabis.
Likewise, beta-caryophyllene obtained from an appropriate non-cannabis botanical source can be the same molecule as beta-caryophyllene produced by cannabis.
What differs is the complete mixture surrounding it.
A cannabis plant can produce a complex collection of major and trace volatile compounds in ratios that may be difficult to recreate perfectly using a shorter list of isolates.
Molecular formula alone does not always tell the complete story.
Some terpene molecules exist as different stereoisomers or enantiomers.
These molecules can share the same elemental formula while differing in three-dimensional arrangement.
That can influence aroma and biological interactions.
Limonene is a familiar example. Different enantiomeric forms have noticeably different aromatic character.
High-quality terpene specification can therefore involve more than simply confirming that “limonene” is present.
Sim.
Terpene molecules can also be produced through chemical synthesis rather than extraction from botanical material.
A synthetically manufactured molecule can, in principle, have the same molecular identity as the corresponding molecule found in nature.
The practical differences can involve:
It is therefore scientifically inaccurate to assume that a molecule behaves differently merely because one sample was extracted from a plant and another was chemically synthesised.
The actual molecular composition matters.
Increasingly, yes.
Modern synthetic biology allows scientists to engineer microorganisms such as yeast and bacteria so that they manufacture selected terpene molecules.
The principle is similar to what happens in a plant.
Genes encoding relevant enzymes are introduced or modified so that the microorganism directs metabolic carbon through terpene biosynthetic pathways.
The organism effectively becomes a microscopic terpene factory.
This approach is being investigated and commercialised because plant extraction can be constrained by agricultural supply, crop yield, geography and seasonal variation.
Engineered microbial cells use metabolic pathways to generate terpene precursor molecules.
Scientists can then modify:
The objective is to redirect more cellular metabolism towards the desired terpene.
After fermentation, the target molecule still needs to be recovered and purified.
Microbial production is therefore a manufacturing route, not an alternative to purification.
Both routes can produce defined terpene molecules.
Plant extraction relies on agriculture and naturally accumulated compounds.
Fermentation uses engineered biological systems to generate a target molecule under controlled production conditions.
Microbial production can potentially improve supply consistency and reduce reliance on plants that naturally contain only small concentrations of a valuable molecule.
Plant extraction, however, remains especially valuable where the objective is to capture an authentic complex botanical profile rather than one isolated molecule.
Extraction is not chemically neutral.
Different techniques preferentially recover different compounds.
Factors include:
A steam-distilled essential oil, a cold-pressed oil and a CO2 extract from the same plant can therefore have measurably different compositions.
Terpenes are volatile.
Increasing temperature generally raises their vapour pressure and can accelerate physical loss from an open system.
Heat can also increase the rate of chemical reactions including oxidation and isomerisation under appropriate conditions.
This does not mean a terpene is destroyed whenever it becomes warm.
Temperature, duration, oxygen exposure and the individual molecule all matter.
This is why claims that every terpene must be extracted below one universal temperature are misleading.
O nosso guia sobre temperaturas de evaporação e degradação dos terpenos examines this in detail.
Não.
Terpenes evaporate below their normal boiling points.
Steam distillation also relies on combined vapour pressures rather than simply heating every isolated compound to its normal boiling point.
Vacuum extraction and distillation reduce the required boiling temperature further by lowering external pressure.
For this reason, boiling-point charts should not be treated as extraction instructions.
Não.
Winterisation is primarily a refining process used to remove waxes, lipids and similar unwanted components from broader botanical or cannabinoid extracts.
It often involves dissolving an extract in a solvent, chilling it so selected components precipitate and then filtering them out.
Winterisation may be part of a cannabinoid manufacturing process, but it is not a primary method for extracting a terpene profile from plant material.
This distinction is important because cannabinoid extraction and terpene extraction are often incorrectly described as though they are the same process.
Não.
Decarboxylation describes the loss of carbon dioxide from molecules containing suitable carboxylic acid groups.
It is especially familiar in cannabinoid chemistry, where cannabinoid acids such as CBDA and THCA can convert into their neutral forms.
Common terpenes such as limonene, myrcene and pinene do not need to be “decarboxylated”.
Heating terpenes can instead cause evaporation, oxidation, isomerisation or thermal degradation depending on conditions.
A crude botanical extract rarely represents the final high-purity ingredient.
Depending on the material and target specification, downstream processing can include:
The exact process depends on whether the producer wants a complete botanical oil, a terpene-rich fraction or an individual high-purity isolate.
Laboratory analysis is crucial because appearance and cheiro alone cannot establish chemical identity or purity.
Gas chromatography is particularly useful for terpene analysis because these compounds are volatile and can be separated effectively in the gas phase.
Common analytical approaches include:
A useful terpene Certificate of Analysis or specification should be connected to an identifiable batch.
Depending on the ingredient, useful information can include:
A document labelled COA is only as useful as the tests actually performed.
The phrase natural terpenes generally indicates that the terpene ingredients originate from biological rather than wholly synthetic chemical sources.
However, the phrase alone does not tell you:
A botanical terpene blend can therefore be completely naturally derived while still being deliberately formulated rather than extracted as one intact profile from a single plant.
Botanical-derived terpenes, often abbreviated to BDTs, are terpene ingredients obtained from botanical sources other than cannabis.
A strain-inspired BDT profile may combine molecules obtained from several different plants.
The objective is typically to recreate or design a particular aroma using known terpene ratios.
This allows extremely consistent formulation because the producer can adjust each component independently.
Cannabis-derived terpenes, or CDTs, originate directly from cannabis plant material.
The appeal is not that a limonene molecule magically becomes different because it came from cannabis.
The advantage is the possibility of capturing a naturally co-occurring volatile fingerprint containing major and minor compounds together.
That can produce aromatic complexity that is difficult to reproduce using a shorter botanical blend.
The main differences between botanical and cannabis-derived terpene profiles.
| Caraterística | Terpenos botânicos | Terpenos derivados da canábis |
|---|---|---|
| Fonte | Non-cannabis botanical materials | Material vegetal de canábis |
| Production | Often isolated from multiple botanical sources and recombined | Recovered directly from cannabis biomass |
| Profile control | Very high formulation control | More dependent on natural plant and batch variation |
| Compostos secundários | Depends on how complex the formulated blend is | Can contain a broad naturally co-occurring volatile fingerprint |
| Consistência | Can be reproduced precisely from defined ingredients | Standardisation may be required between natural batches |
| Main attraction | Consistency, design flexibility and scalability | Autenticidade na química aromática derivada da canábis |
There is no general scientific rule that cannabis-derived terpenes are pharmacologically more potent simply because of their botanical source.
The same molecular species can occur in both cannabis and unrelated plants.
A cannabis-derived profile can be chemically more complex because it may contain a wider collection of naturally co-occurring trace volatiles.
Complexity and potency are not the same measurement.
For more on how terpene chemistry relates to human experience, read Como os terpenos afetam o corpo e a sua experiência.
No extraction method automatically creates an entourage effect.
The entourage effect is a hypothesis concerning interactions between cannabinoids, terpenes and other plant constituents.
An extraction method determines which compounds are recovered and in what relative proportions.
That composition may subsequently be relevant to biological research, but extraction itself does not demonstrate a beneficial pharmacological interaction.
Once terpene isolates or complete aromatic fractions have been produced, formulators can build finished profiles.
These can be designed from:
Precise formulation is usually performed gravimetrically so that each compound can be reproduced accurately between batches.
For the next stage of formulation, see Como misturar terpenos com destilado.
Terpene profiles can be used in professional botanical aroma-processing applications where the underlying material and activity are lawful.
Adding a volatile profile back to dried botanical material is fundamentally different from extracting terpenes from the original plant.
One removes volatile compounds. The other introduces them to another matrix.
O nosso guia sobre como adicionar terpenos às flores explains the formulation principles and UK context in detail.
A terpene molecule is not automatically a controlled drug simply because the same molecule occurs in cannabis. However, cannabis-derived manufacturing must be assessed according to the material actually being handled. UK Home Office guidance states that processes involving controlled parts of the cannabis plant or non-exempt bulk cannabinoid-containing products can require appropriate controlled-drug licensing.
This means the regulatory position should be separated into two questions.
The first is the chemical composition of the finished terpene material.
The second is how that material was produced, imported, possessed and supplied.
A cannabis-derived terpene fraction with no relevant controlled cannabinoids is analytically different from a cannabinoid-rich cannabis extract, but businesses handling controlled plant material during production still need to consider the applicable licensing framework.
Where controlled-cannabinoid content matters, use appropriate analytical testing rather than assuming that a product is automatically compliant because it is marketed as terpenes.
Terpenes themselves are not the THC metabolites targeted by standard cannabis drug screening.
The important question is whether the complete commercial material also contains a controlled cannabinoid.
This is why batch-specific cannabinoid analysis can be relevant for cannabis-derived aromatic ingredients.
Ver Os terpenos aparecem num teste de drogas? for the complete explanation.
Extraction is only one part of maintaining terpene quality.
Once removed from the plant matrix, concentrated aromatic compounds remain vulnerable to environmental change.
The major storage factors include:
Cool, stable storage and appropriate sealed packaging can help reduce evaporation and oxidation.
For full guidance, read Como armazenar e conservar os terpenos.
Terpene materials can change during storage.
The rate depends on composition, temperature, oxygen exposure, light, packaging and handling history.
There is no universal shelf life that applies to every terpene isolate and every complex profile.
The supplier’s defined shelf-life or retest period should therefore take priority over generic internet claims.
High-quality terpene material should be judged primarily through specification and traceability rather than marketing language.
Useful questions include:
Terms such as premium, pharmaceutical grade or laboratory grade should not substitute for actual analytical information.
Two terpene products can have similar names while representing very different materials.
One might be a steam-distilled essential oil.
Another might be a purified natural isolate.
A third could be a botanical reconstruction made from several isolates.
Another might be a complete cannabis-derived volatile fraction.
Understanding the production method helps explain differences in aroma, complexity, batch consistency, colour, purity and price.
No single method wins across every objective.
Steam distillation remains highly effective for many botanical essential oils.
Cold pressing is exceptionally useful for citrus.
CO2 extraction offers adjustable solvent properties and can recover a broader range of compounds.
Vacuum and fractional distillation are valuable for refinement.
Fermentation can provide a scalable route to defined individual molecules.
The best process is the one that produces the required chemical specification efficiently and reproducibly.
Understanding extraction makes many other aspects of terpene formulation easier to understand.
Volatility explains why extraction temperature and storage matter.
Profile composition explains why botanical and cannabis-derived terpenes can smell different even when they share several major compounds.
Purification explains how individual natural terpene isolates can later be recombined into strain-inspired blends.
Para mais informações:
Plants biosynthesise terpenes from the five-carbon precursors IPP and DMAPP through the MVA and MEP metabolic pathways. Larger precursor molecules are then converted into specific terpene structures by terpene synthase enzymes. Terpenes can also be produced industrially through chemical synthesis and increasingly through engineered microbial fermentation.
Terpenes can be recovered from botanical material using methods including steam distillation, hydrodistillation, cold pressing, supercritical CO2 extraction and specialised solvent or vacuum processes. The best method depends on the botanical source and the chemical profile being targeted.
Botanical terpenes are usually obtained by extracting essential oils or aromatic fractions from non-cannabis plants and then purifying individual compounds. Those natural isolates can subsequently be blended in controlled ratios to create defined or strain-inspired terpene profiles.
Cannabis-derived terpenes can be recovered using professional volatile-capture processes including controlled steam or vacuum distillation and other specialised extraction systems. The objective is to recover the source plant’s aromatic compounds while limiting unnecessary thermal and oxidative change.
Cannabis-derived terpenes, commonly called CDTs, are aromatic fractions obtained directly from cannabis plant material rather than reconstructed from terpenes sourced from other botanical species.
Botanical-derived terpenes, or BDTs, are terpene compounds obtained from non-cannabis plants. Individual natural isolates can be combined to create consistent strain-inspired or original aroma profiles.
They can be. A molecule such as limonene or beta-caryophyllene can have the same chemical identity regardless of whether it came from cannabis or another botanical source. The largest difference is often the composition of the complete profile surrounding that molecule.
Steam passes through aromatic plant material and carries volatile compounds into the vapour phase. The vapour is condensed back into liquid, after which the essential-oil fraction can separate from the water phase.
Hydrodistillation involves heating botanical material while it is immersed in water. Volatile aromatic compounds co-distil with water vapour and are then condensed and separated. It differs from steam distillation because the raw material is in direct contact with the heated water.
Citrus essential oils are commonly obtained by mechanical cold pressing or expression of the peel. The oil can then be fractionally distilled and purified to produce compounds such as naturally derived limonene.
Compressed carbon dioxide can act as an adjustable extraction solvent. Under supercritical conditions its density and solvating behaviour can be controlled through pressure and temperature. After extraction, reducing pressure separates the CO2 from the recovered botanical material.
Neither is universally better. Steam distillation is highly effective for many essential oils, while CO2 extraction can provide different selectivity and recover a broader range of compounds. The preferred method depends on the desired chemical specification.
Subcritical CO2 processing uses carbon dioxide under conditions below its supercritical state. It can provide different extraction selectivity and gentler conditions for selected volatile compounds, although processing can be slower and yield less total material.
Vacuum processing reduces external pressure, which lowers the temperature required for volatile compounds to boil. This principle can be used in steam, fractional, short-path and molecular distillation systems to reduce thermal exposure during separation.
Fractional distillation separates components according to their different volatility. It is commonly used to refine complex essential oils into fractions enriched in particular terpene molecules and can form part of the production process for natural terpene isolates.
Yes. Engineered microorganisms such as yeast and bacteria can be designed to biosynthesise selected terpene molecules. Synthetic biology is increasingly used as an alternative production route where plant extraction is inefficient, variable or dispendioso.
Both forms exist. Terpenes can be extracted from plants, produced by biological fermentation or manufactured through chemical synthesis. The production route does not by itself establish quality. Molecular identity, stereochemistry, purity and impurity profile are more useful measurements.
Both can be naturally derived. Cannabis-derived terpenes come directly from cannabis plant material, while botanical terpenes originate from other plant sources. Botanical profiles may then be deliberately reconstructed using purified natural isolates.
Not necessarily. Terpenes and THC are different chemical classes, but the composition of a cannabis-derived material depends on the extraction and purification process. Where THC or other controlled cannabinoids matter, batch-specific analytical testing should be used rather than assumption.
Terpene molecules are not controlled merely because the same molecule occurs in cannabis. However, UK production and handling of cannabis-derived materials can engage controlled-drug rules where controlled parts of the cannabis plant or non-exempt cannabinoid-containing materials are involved. Businesses should assess both the manufacturing route and finished composition.
Steam distillation can alter the relative composition of some botanical profiles because heat, water exposure and process duration affect different molecules differently. It remains an established and effective method, but the resulting essential oil is not necessarily an exact chemical copy of the fresh plant.
No. Terpenes evaporate below their normal boiling points. Steam distillation also allows volatile compounds to co-distil with water, while vacuum processing can lower boiling temperatures by reducing external pressure.
Winterisation is primarily a refining process used to remove waxes and lipids from broader extracts. It is not a primary terpene extraction method, although it may appear elsewhere in botanical or cannabinoid manufacturing workflows.
A terpene-rich botanical oil can be progressively separated and purified using techniques such as fractional distillation, vacuum distillation, rectification and, where required, chromatography. The finished isolate is then analysed for identity and purity.
A target aromatic profile can be analysed to identify its major and minor volatile compounds. Purified terpene ingredients are then blended in defined ratios to recreate or approximate that composition. Botanical strain-inspired profiles are therefore formulated rather than extracted intact from the named cannabis cultivar.
Gas chromatography is commonly used to identify and quantify terpene compounds. Depending on the material and application, testing can also include residual solvents, pesticides, heavy metals, stereochemical analysis and cannabinoid screening.
There is no universal shelf life for every terpene. Stability depends on the individual compounds, packaging, temperature, oxygen exposure, light and handling history. Follow the supplier’s stated shelf-life or retest period for the specific material.
Terpenes begin as biology.
Plants manufacture them through sophisticated metabolic pathways using the universal five-carbon precursors IPP and DMAPP. Terpene synthases then convert larger precursor molecules into the enormous variety of monoterpenes, sesquiterpenes and related compounds found throughout nature.
Commercial production begins after that biological work has taken place.
Steam distillation and hydrodistillation recover volatile essential-oil fractions. Cold pressing is particularly important for citrus. CO2 extraction offers adjustable solvent properties. Vacuum and fractional distillation allow further purification under reduced thermal stress, while chromatography can achieve even more specialised separations.
Botanical terpene producers can isolate individual natural molecules from abundant plant sources and then recombine them in precise ratios to create consistent strain-inspired profiles.
Cannabis-derived terpene producers take a different approach, attempting to recover the naturally co-occurring aromatic fingerprint directly from cannabis plant material.
Modern terpene manufacturing is expanding again through synthetic biology, where engineered microorganisms can produce defined terpene molecules through fermentation rather than agriculture.
No single production route is automatically superior.
The important questions are what molecules are present, how accurately they are characterised, how the material was processed, whether contaminants or controlled compounds are relevant and whether the finished ingredient meets the specification required for its intended application.
To continue through the Canavape terpene knowledge hub, read o que fazem os terpenos, how to store terpenes, temperaturas de evaporação e degradação dos terpenos, Como misturar terpenos com destilado, como adicionar terpenos às flores, how terpenes affect the body e se os terpenos aparecem num teste de drogas.
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This article is provided for educational purposes and discusses plant biochemistry, terpene extraction technology, botanical manufacturing and current UK regulatory context. It is not legal advice and does not authorise the extraction or handling of controlled cannabis material. Commercial manufacturers should evaluate the regulatory status, analytical composition, safety documentation and intended application of each raw material and finished product.
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